A Chegada dos Kumaras

Escrito em: 12 de Maio de 2009 por Gisele de Menezes

Foi em uma bela manhã no alto das montanhas do Sul, que vi eles chegarem. Estava lá para um recolhimento. Sabia que era um momento especial para todo o Universo. Eles vieram através dos pássaros, da raposa, dos cogumelos, das maças, da carqueja do campo, das araucárias, dos pinos, do puma negro e das gralhas.

 

Cada uma destas espécies se manifesta em um ambiente adequado e tem sua mensagem de cura, tem parte importante no equilíbrio da Natureza.

 

A terra está secando! Esta foi a sentença que mais escutei pelos habitantes da região. O aspecto do lugar também mostrava isso. As cachoeiras estão com a água visivelmente escassa.

 

O lugar onde me encontrava, é belíssimo e já foi abundante. Em volta de toda a região, estão volumosas plantações de Pinos. Ao longe podemos ver as Araucárias, são os habitantes ancestrais daquele lugar. Algumas araucárias estavam com as pinhas prontas e as gralhas vinham bicar e logo lá do alto as pinhas se esparramavam dando alimento até para nós, seres de duas pernas. Em frente a pequena cabana onde estava abrigada, avistei um plantio simétrico de mudas de pinos e um bom lugar para sentar. Sentei-me entre as mudas para apreciar mais ao longe, alguns enormes pássaros amarelos com grandes e curvos bicos que estavam dividindo o pasto com um rebanho de ovelhas. Fiquei sentada ali por algum tempo, pois os pássaros grandes, belos e diferentes, prenderam minha atenção.

 

De repente uma muda de pinos me chamou. Observei que estava seca, amarelada. Vejo que se não chover, o pequeno pinos que ainda não tem raiz grande o suficiente para buscar água no fundo do solo, não resistirá ao forte sol e perecerá. Quase senti dó, pensei em como aquela plantinha e todas as outras, naquele imenso plantio de mudas, estavam com suas frágeis vidas ameaçadas. Foi neste momento que o vento que soprava suave me disse que era a força da amorosa Mãe Natureza. A Mãe Natureza!

Esta espécie de seres do reino vegetal, não quer estar aqui, disse o vento, não é propícia para este solo, vai destruir o solo para viver. O vento me disse que em suas andanças por aí, escutou outros seres pedindo com força de intenção, a cura para os desequilíbrios da Mãe Natureza. Foi quando ele avisou a chuva sobre o sincero pedido e ela sem demora fez a sua parte para ajudar.

 

Não se preocupem, não choverá até que as pequenas mudas de pinos pereçam aqui e possam brotar novamente em solo adequado. Assim, todos estarão em equilíbrio. O homem, que pensa que terá prejuízos por não poder cortar madeira, só não enxerga, mas no final, será o beneficiado, pois que a Natureza é sua Mãe e quer vê-lo feliz e saudável.

 

Bem vinda a comunicação entre as espécies, bem vinda a cura da Mãe e de todos os seus filhos.

 

Foi muito bom ter a Dra. Sheila Waligora fazendo seu trabalho em Porto Alegre, foi muito bom conhecer todas as pessoas que se envolvem com a cura planetária!

 

Grata!

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