Circulando sob Galáxias Giratórias

Escrito em: 12 de Agosto de 2018 por Gisele de Menezes

Aqui no Agora, recebendo a reflexão sobre, qual não seria a abundância de um ser que, ao receber a energia em forma de dinheiro, colocasse a circular este poder, em pró-Harmonia da Biosfera? Seria este ser, certamente tão afortunado que desta ação desapegada lhe sobraria tanto mais e assim igualmente floresceria mais energia para colocar a circular.

Como uma nascente abundante sem represas nem desvios, com suas águas cristalinas a deslizarem seguras e cegas em total entrega, eletrizando o caminho até caírem temporário em poços magnéticos e dali seguirem polarizadas ora elétricas, ora magnéticas, até encontrarem o misterioso oceano que transforma o caminho em chegada, e segue seu ciclo de ser flutuante no espaço sideral.

Como podemos ter um modelo circular e inovador que gere abundância a todos? Como podemos ser este fluxo eterno abundante? Como fazer para que tudo seja Luz e Amor mútuos?

Qual será a fórmula da União, da Harmonia, da Confiança, do Cuidado? Quem é esta pessoa, esta comunidade, esta instituição que se abala com a escassez enunciada pela ignorância e entra na ganância como um escravo da cegueira da imortalidade da alma?

E se a Luz em cada consciência fosse o farol a clarear a visão individual capaz de criar a realidade que afeta todas as relações?

E se ontem fosse memória e amanhã reparo para que hoje seja a ação vinda do coração que, seguro, discerne pelo coletivo bem estar? Ah, seria pura divisão a dar a mão em grande corrente luminosa que entrelaçaria este Mundo na Paz de ser humana, a humanidade aqui brotada.

Tão Dela que somos que tão Nela ficaremos se não A destruirmos com nossa irracionalidade, desprezando a Esfera Azul, aconchegante laboratório da vida, em busca de uma praia particular. Óh!

Busca incessante por prazer sufocante, capaz de pisotear a simplicidade concedida de um abrigo no frio, um alimento na fome, um rio no calor, um descanso na sombra, o sorriso de uma criança confiante ou uma roda sagrada no fogo que une e reproduz ao longo de uma noite estrelada, a matriz que dá a vida contida no pó de longínquas estrelas envelhecidas pelos anos contados por nossa mente linear.

É justo o momento do acordar!

Om Namaha Shivaya!

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