Beleza, Saúde, Juventude

Escrito em: 5 de Janeiro de 2014 por Gisele de Menezes

Ao ser perguntada sobre beleza, ou como ter beleza, manter a beleza, o que fazer ou como proceder nesse sentido, preciso refletir para responder corretamente e verdadeiramente auxiliar. Quando penso em auxiliar, penso em auxiliar o todo e, não raro fica muito difícil dar uma resposta agradável que satisfaça a urgência vibrante e efêmera dos dias de hoje. Por esse motivo principal, enveredei meu caminho para o lado terapêutico e fugi das associações com a idéia da estética superficial como beleza visual. E por falar em estética, ela é o que é – a manifestação do belo. Tudo na Natureza é belo. Na obra divina não existe parte de trás! A complexidade estética de qualquer organismo criado pela Natureza é diferente de qualquer obra humana. Na obra humana, seja ela o que for, desde um vaso de cerâmica até o Taj Mahal, seja o afresco de Michelangelo na capela sistina ou uma aquarela de um artista iniciante, sempre teremos a parte de trás; algo para ser escondido, disfarçado, removido, desprezado. Observe você mesmo e não encontrará na Natureza, algo como por exemplo uma montanha intocada ou uma flor do campo, ou uma borboleta, que contenham início, fim, parte de trás … Ver mais…

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De Onde Vem

Escrito em: 7 de Dezembro de 2013 por Gisele de Menezes

Acredito que tudo o que vem, vem da Fonte. Os canais por onde vem a Única essência é que são diferentes. Sejam as palntas, todo o reino vegetal, vem através da Terra; a Terra é o canal. Os animais igualmente vem através da Terra, mas o que os anima e diferencia vem da Fonte. Assim as inspirações, as criações, os pensamentos, vem de seus respectivos canais, sejam corações, pincéis, mente. É simples pensar que existem cheiros primordiais, luzes coloridas, sons infinitos, sabores e texturas. A diversidade é interpretada por seres aparelhados com olhos, nariz, pele, boca e ouvidos e a partir daí, todas as experiências e diferenças. Faz tempo que me fazem uma pergunta e hoje, porque é hoje, respondo! A pergunta é: De onde vem o que você escreve, fala, ensina? Pois bem, vivo na Natureza. Fui trazida para esse lugar, de outros lugares. Aqui trabalhamos muito, a Mãe é generosa mas muito exigente. Pessoalmente, para escutar a Mãe e seus habitantes, tenho que ter certa conduta que posso explicar em outro momento se houver quem queira saber. Uma vez mantendo a tal conduta, os pássaros me vem falar o que andam vendo por ai. As aranhas insistem para … Ver mais…

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A Massagem Que Faço, Amo e Ensino

Escrito em: 5 de Setembro de 2013 por Gisele de Menezes

Queridos amigos que me visitam por aqui, esse post tem a intenção de reapresentar meu trabalho primeiro no caminho das terapias. Ao colocar abaixo o texto que consta nas primeiras páginas de apresentação da apostila do curso que dou – ensinando para muitas pessoas o trabalho que desenvolvo – intenciono deixar claro aos interessados, exatamente o que ensino. Aprendi que é de extrema importância que, ao longo de nossa caminhada sejamos fieis à origem, sem negligenciar o todo. Esse é o estar íntegro no meu entendimento. Sendo assim, batizei meu trabalho com o nome de Massagem Indiana e, a cada aluno meu, ao fazerem o que ensino, peço que não chamem de massagem ayurvédica ou Yoga Massagem Ayurvédica – pois esta é ensinada pela mestra Kusum Modak e seus discípulos, pelos quais tenho profundo respeito e gratidão.   Os primeiros conhecimentos nesta senda vieram pelas precisas mãos da instrutora Dhyan Vishwa. Ela era uma discípula dos conhecimentos da Tradicional Yoga Massagem Ayurvédica, da mestra indiana Kusum Modak com quem havia convivido por longo período na cidade de Puna – Índia. Quando entrei em contato com a massagem pela primeira vez, encantada com o que senti, percebi que estava recebendo algo … Ver mais…

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Compartilhar no Facebook – Mente Natural

Escrito em: 13 de Abril de 2013 por Gisele de Menezes

Interessante usar o Facebook como uma ferramenta de auto-conhecimento. Afinal, além de todos os nossos afazeres diários, conseguimos dedicar bastante tempo ao portal virtual da “onda”. Como auto-conhecimento, podemos ver o que nos atrai, o que nos repulsa, e mais uma infinidade de informações gerando posicionamentos e opiniões. E tudo passa muito rápido! Este é o terreno da impermanência! Nada parece estar ativando mais a nossa velha mania de esquecer. Gostamos de algo e compartilhamos. Tenho observado que por mais que compartilhemos, trazendo aos nossos amigos as novidades, os eventos, as tendências e tudo o mais que queremos, quando caminhamos pelas ruas, a indiferença ainda nos endurece o coração. Temos que ficar indiferentes à miséria, à fome, à doença, à injustiça, à violência, à falta de consciência e à própria indiferença. Como podemos nos sentir bem se na maioria das vezes a ação está só no Facebook? Por vezes confirmamos presença em eventos que sequer estamos “a fim” de participar. Ora, ora… Quando compartilhamos ou confirmamos, estamos contando para todos os nossos milhares de amigos, como somos, que lugar frequentamos, com quem andamos, o que valorizamos, o que repudiamos, mas… Estamos Íntegros? Vivemos aquilo em que acreditamos? Podemos responder essa … Ver mais…

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Nova Era de Harmonia, Compaixão, Paz e Amor Verdadeiro

Escrito em: 20 de Fevereiro de 2013 por Gisele de Menezes

Houve um Tempo de escuridão, entretanto havia a promessa de uma Nova Era de Luz. Haviam acordados trabalhando pela grande mudança. Existem Mestres guiando o processo evolutivo. Havia entre os homens e mulheres, expectativa, receio, esperança, mistério, insegurança, euforia, desejos, aversões, preferências… Havia também um modelo que se fez realidade e haviam guerras, fome, injustiças e desilusão. Poderíamos enumerar outros sentimentos, causas, consequencias e tudo o mais que criamos em um ciclo onde as trevas tiveram lugar de destaque. Podemos também fazer uma breve retrospectiva e lembraremos de grandes contrastes, afinal em todo o ciclo passado, enquanto uns se uniam em alegria, abundância e segurança, outros, no mesmo instante, experimentavam tristeza, escassez e desespero. O que foi essa Era de densidade? Como chegamos até aqui? Estamos, enquanto humanidade, entrando em uma Era onde experimentaremos a unificação, ou unicidade. Não teremos mais como guia, uma malha mental que entende tudo através da experiência da dualidade. Se pensávamos Paz, criavamos guerra ao simples fato de estarmos usando o “padrão dualidade” como um parâmetro. Isso se explica ao aceitarmos o fato de que todo o pensamento é criação. Você consegue pensar em Paz sem pensar no que é oposto a isso? Consegue desejar … Ver mais…

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