Alimentação, Ayurveda e Bom Senso

Escrito em: 1 de Abril de 2014 por Gisele de Menezes

Muitas informações sobre o que comer, como comer e quando comer estão sendo bombardeadas pelos diversos meios de comunicação; estamos recebendo uma infinidade de informações novas e umas outras com cara de novas. Algumas pessoas passam suas vidas ingerindo alimentos que entendem como correto ou saudável, apesar de terem uma série de doenças alergicas, transtornos mentais e físicos; outras comem porque tem fome, porque gostam, sentem prazer ou necessitam e se mantém razoavelmente bem; existem também as que buscam saber o que é melhor para a longevidade, para o bem estar, para a evolução, para o Planeta. De qualquer forma, sempre que existe doença, seja física, mental, psicológica ou energética, surge a questão: O que estamos comendo? Esse assunto, o objeto desse assunto e a necessidade atual de reparar nossa fome voraz seja por alimento, informação, evolução, prazer ou necessidade, é sem dúvida o chamado para embarcarmos no caminho que nos levará ao equilíbrio. Mas temos que ter cuidado. Recentemente tivemos o lançamento de uma campanha publicitária que felizmente vem a cooperar com o crescente “acordar” das pessoas que ainda estão adormecidas pelo veneno do capitalismo. Entenda-se capitalismo pelo sistema mundial que controla o alimento, a doença, o medicamento, e … Ver mais…

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O Mago de Botas

Escrito em: 8 de Fevereiro de 2014 por Gisele de Menezes

Quero aqui falar, como filha da Terra que sou, sobre o homem. O homem de sempre. Homem aquele que comunga com a Terra, que coloca o alimento em nossas mãos, olha nos olhos de seu semelhante, tece de alguma forma o seu agasalho e apara a sua barba com olhar estético. Preciso falar do homem que cuida de um pai doente, de uma mulher frágil, de uma mãe cansada, e não raro, do pão nosso de cada dia. Penso no homem que, ao dar a sua sagrada energia, após colher os frutos da Mãe Terra, compartilha com os demais e cura a fome do pobre. Enfim, vou falar do Mago de Botas, o homem que as vezes até esquece de agradecer aos céus a força que tem nessa vida. Nós mulheres estamos falando tanto no sagrado feminino, que até parece que o homem não tem uma relação sagrada com sua existência. As vezes nos enfeitamos e nos exaltamos tanto que nos distanciamos do filho da Terra! O que precisa o homem que conhece a Terra, para estar íntegro? Qual a relação dele com o meio ambiente? Qual sua contribuição? O homem percebe-se aqui, olha para os lados, traz suas impressões, … Ver mais…

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Ajustes no Yoga – Amor e Presença

Escrito em: 13 de Janeiro de 2014 por Gisele de Menezes

Pensando em um texto apropriado que coopere com os instrutores de Yoga e que assim traga benefício aos praticantes, inicialmente parei para pensar no Yoga. Pensar em Yoga como um caminho, lembrando que a vida em si é um caminho, faz qualquer texto sobre Yoga ficar bastante abrangente. Temos que estar atentos! Na prática de ásanas, ao trabalharmos o corpo durante um período determinado pelo instrutor, muitos insights vão acontecendo; tanto para o praticante quanto para o atento instrutor. Os métodos variados de Yoga ensinam, de acordo com a sua linha de entendimento, os ajustes adequados. Para mim, que comecei a trilhar o caminho do “cuidado com o corpo“ pela massagem, o ajuste, o toque, o contato, são momentos sagrados. Considero essas intervenções, uma vez que sejam feitas de forma Presente, realmente poderosas. Esta é uma boa oportunidade para trazer a consciência do praticante para o corpo. Gosto de lembrar que na massagem, quando tocamos, não estamos fazemos carícias, posto que fazemos contato. O “con-tato” estabelece a conexão com o chakra cardíaco, pois o gnanaindriya (órgão de conhecimento) deste centro de consciência é o tato – pele – elemento Ar.  Este é o terreno do amor incondicional, do não-julgamento, da … Ver mais…

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Massagem Indiana por Gisele de Menezes

Escrito em: 12 de Janeiro de 2014 por Gisele de Menezes

Porque hoje completam 9 anos do desenvolvimento da apostila que escrevi para o curso de massagem, e 9 é um número mágico, compartilho um pequeno trecho da mesma aqui com meus leitores. O órgão de contato das mãos é a pele. A pele é o órgão do sentido tato. O tato é o sentido que está ligado ao centro de consciência Anahata Chakra ou, centro cardíaco. É a morada da Alma. A pele vibra com o coração e, o sagrado elemento associado, é o Espírito do Ar – movimento e expansão. Se o receptor sente segurança em você, ele dá a permissão para liberar a dor (bloqueio) e, nesse espaço de possibilidades, acessamos a cura. A permissão é uma abertura, é um Espaço que se faz e a expressão do Amor é assimilada. O Amor cura! Todas as células registram esta energia. Portanto, ao encontrarmos um bloqueio de energia, temos a oportunidade de fazer o trabalho. O corpo como manifestação da vida, neste momento, poderá refazer-se em energia vital, refazer-se em Prana. A massagem com esta abordagem sutil é potencializada pela meditação. Assim, a pessoa é movida para um estado profundo de relaxamento. Isso auxiliará na desintoxicação, no processo metabólico … Ver mais…

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Beleza, Saúde, Juventude

Escrito em: 5 de Janeiro de 2014 por Gisele de Menezes

Ao ser perguntada sobre beleza, ou como ter beleza, manter a beleza, o que fazer ou como proceder nesse sentido, preciso refletir para responder corretamente e; verdadeiramente auxiliar. Quando penso em auxiliar, penso no todo. Não raro fica muito difícil dar uma resposta agradável que satisfaça a urgência vibrante e efêmera dos dias de hoje. Por esse e alguns outros motivos enveredei meu caminho para o lado terapêutico, fugindo das associações com a ideia da estética superficial como beleza visual. E por falar em estética, ela é o que é – a manifestação do belo. Tudo na Natureza é belo. Na obra divina não existe parte de trás! A complexidade estética de qualquer organismo criado pela Natureza é diferente de qualquer obra humana. Na obra humana, seja ela o que for, desde um vaso de cerâmica até o Taj Mahal, seja o afresco de Michelangelo na Capela Sistina ou uma aquarela de um artista iniciante, sempre teremos a parte de trás; algo para ser escondido, disfarçado, removido, desprezado. Observe você mesmo e não encontrará na Natureza algo como por exemplo uma montanha intocada ou uma flor do campo, ou uma borboleta que contenham início, fim, parte de trás ou de … Ver mais…

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