Arquivos da Tag: 13 Luas

Lei do Tempo e Arte na Nova Era

Escrito em: 6 de Janeiro de 2013 por Gisele de Menezes

Fazemos parte do Movimento Mundial de Mudança do Calendário Gregoriano para o Sincronário de 13 Luas de 28 dias há algum tempo! Quando ministramos cursos da Lei do Tempo, é com grande satisfação que constatamos o quanto essa informação toca o coração das pessoas. Como parte do conteúdo do curso, o roubo do tempo é exposto e, em um primeiro momento, algumas pessoas ficam indignadas com isso, pois percebem o quanto o contexto em que estão inseridas é desarmônico e pode ser o causador de tantas doenças sociais, ambientais e individuais. No segundo momento, com os olhos brilhando, transbordam de amor pelo Planeta e o Ser Criativo começa a se manifestar. Porque essa exposição é importante? Pulsamos na intenção de que todos possam, a partir de um claro entendimento da diferença entre o tempo artificial – 12:60, que rege a humanidade hoje, e do tempo natural – frequência 13:20, posicionarem-se dentro do drama cósmico e enxergarem suas responsabilidades como atores principais. A partir do claro entendimento da contagem natural e perpétua do tempo e da prática diária, todos sentem o pulsar do Tempo Natural e a Paz que brota desse ponto. Esse ponto é onde incentivamos a Meditação da Mente … Ver mais…

Bandeira da Paz – Ano Novo Maia – dia-fora-do-tempo

Escrito em: 11 de Fevereiro de 2012 por Gisele de Menezes

    Passado, Presente e Futuro, guardados pelo círculo da Eternidade. Religião, Arte e Ciência, protegidos pelo círculo da Cultura. Estar no Oriente e a cada dia interagir com a cultura local, me faz pensar sobre: Onde é o Oriente? Se o povo do Norte do Oriente como os mongois ou ladaks são tão iguais ao povo do Ocidente como os índios americanos ou os bolivianos, então onde aconteceu a separação? Nossa idéia de separação é mais desastrosa do que podemos imaginar. No Oriente, ao conviver com muçulmanos, hindus, budistas e ladaks, ao escutar seus cânticos e sentir Amor em todas as crenças, sempre lembrava da Bandeira da Paz. Ficava extasiada ao escutar o canto que saia das mesquitas muçulmanas em vários horários do dia e noite.  O som dos gonpas tibetanos é igualmente divino e se parece muito com o som dos xamãs da Sibéria. Enfim, todos cantam a “boa nova”, todos acreditam em dias melhores, todos sofrem com este final de ciclo tão escuro e cheio de medos. Poderíamos estar unidos! Poderia a Bandeira da Paz cumprir sua função de proteger todas as Artes, Religiões e Culturas! Mas uma bandeira pode apenas lembrar os homens. E por que os … Ver mais…

Feliz Ano Novo

Escrito em: 31 de Dezembro de 2011 por Gisele de Menezes

Será que as pessoas param em algum momento para refletir sobre qual é o motivo que as leva  a escolherem repetir? Digo repetir no sentido da palavra. Repetir, fazer novamente, outra vez… Sendo que o adjetivo “repetitivo” pode ser substituído por – enfadonho. Talvez se simplesmente houvesse um Tempo para reflexão, pudéssemos compreender que o enfadonho acaba por tornar-nos vulneráveis ao vício, dependência, depressão e todas as outras doenças do desequilíbrio. E o Tempo para a reflexão, onde o perdemos? Simples de responder, perdemos quando deixamos que nos digam que dia é hoje de acordo com um calendário irregular. Quem disse que dia 01 de janeiro é o primeiro dia do ano? Você já pensou nisso? E o Planeta, está realmente completando um ciclo no dia 31 de dezembro? E o que significa a palavra dezembro? Me parece que vem da raiz “dez”, mas quer dizer doze ou décimo segundo mês. E o que é um mês? E a questão mais importante é: Estas contagens gregorianas estão harmonizadas com algum evento cósmico? É claro que não. Afinal de contas, contando o Tempo de forma natural, vamos observar que existem 13 Luas completas de aproximadamente 28 dias cada, em um período … Ver mais…

Festival da Paz Através da Cultura

Escrito em: 19 de Maio de 2011 por Gisele de Menezes

 

José Arguelles - Valum Votan

Manifesto pela Noosfera – José Arguelles

Escrito em: 29 de Abril de 2011 por Gisele de Menezes

A Terra e Eu Somos Uma Só Mente. Durante mais de 5 mil de minhas órbitas ao redor do Sol, os humanos têm estado alterando a minha paisagem. Alguns deles maravilhosos, como as terras de cultivo de arroz na Distante Ásia Oriental ou do plantio de milho nos Andes da América do Sul. Canais, irrigação, diques para desviar água, pirâmides e templos, grandes muralhas sinuosas, e logo as cidades com seus sistemas de conexão de estradas, e ao longo da costa, grandes portos marítimos e barcos com velas ondulando em busca de novas terras a conquistar, novas mercadorias para comercializar e, sempre aqui e ali, grandes exércitos em guerra devastando a Terra. Estes eram os mais inteligentes, os ansiosos por riquezas e poder. Os inteligentes me traçaram com mapas e fizeram globos terrestres para imitar-me; elegeram viver no seu próprio tempo e deixaram de viver de acordo com os grandes ciclos que regem a ordem universal. Pelo dinheiro, dividiram seu tempo e dividiram a Terra. Já não se consideravam parte da Terra, senão que Eu, a Terra, me converti em sua escrava. Criaram todo tipo de máquinas e para suas máquinas necessitaram tudo o que puderam tirar da Terra: Destruíram … Ver mais…

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