Arquivos da Tag: Massagem por Gisele de Menezes

A Massagem Que Faço, Amo e Ensino

Escrito em: 5 de Setembro de 2013 por Gisele de Menezes

Queridos amigos que me visitam por aqui, esse post tem a intenção de reapresentar meu trabalho primeiro no caminho das terapias. Ao colocar abaixo o texto que consta nas primeiras páginas de apresentação da apostila do curso que dou – ensinando para muitas pessoas o trabalho que desenvolvo – intenciono deixar claro aos interessados, exatamente o que ensino. Aprendi que é de extrema importância que, ao longo de nossa caminhada sejamos fieis à origem, sem negligenciar o todo. Esse é o estar íntegro no meu entendimento. Sendo assim, batizei meu trabalho com o nome de Massagem Indiana e, a cada aluno meu, ao fazerem o que ensino, peço que não chamem de massagem ayurvédica ou Yoga Massagem Ayurvédica – pois esta é ensinada pela mestra Kusum Modak e seus discípulos, pelos quais tenho profundo respeito e gratidão.   Os primeiros conhecimentos nesta senda vieram pelas precisas mãos da instrutora Dhyan Vishwa. Ela era uma discípula dos conhecimentos da Tradicional Yoga Massagem Ayurvédica, da mestra indiana Kusum Modak com quem havia convivido por longo período na cidade de Puna – Índia. Quando entrei em contato com a massagem pela primeira vez, encantada com o que senti, percebi que estava recebendo algo … Ver mais…

Depoimentos Para o Trabalho Corporal

Escrito em: 10 de Agosto de 2004 por Gisele de Menezes

Dar-se não é fácil. São as próprias experiências da vida que levam a nos protegermos, nos fecharmos, nos preservarmos. Afinal nada e ninguém nos garante sobre o que será feito dessa doação de si. Por isso foi uma sensação incomum a que tive quando interagi pela primeira vez com Gisele. É claro que as recomendações prévias, de pessoas em quem confio, foram um precedente importante. Mas o fato é que diante de uma pessoa que me era praticamente desconhecida, Gisele, eu tive a sensação que podia entregar-me completamente! Deixar meu corpo, comportado e regrado pelas normas sociais que interiorizamos desde a infância, simplesmente ser massa desforme, passiva, aberta e entregue ao seu toque, à sua manipulação, ao seu querer e seu saber. De repente, me senti como um bebê; como meu bebê se sente comigo. E ela me acolheu em seus braços, transmitindo plena confiança à minha fragilidade, me fortalecendo pra enfrentar o mundo. Foi uma sessão apenas, visto que moramos muito longe, e isso já faz quase dois anos. Mas ocasionalmente eu encontro Gisele, e por razões que não sei explicar, sempre que a vejo, um arrepio passa pela minha epiderme, uma emoção emerge da minha alma, pela lembrança que … Ver mais…

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