Arquivos da Tag: Natureza

Menopausa – a Transformação Real

Escrito em: 12 de Novembro de 2017 por Gisele de Menezes

Vida é a dança espiral que vem do centro, é o giro de trazer de fora e, no mais intrínseco escuro, no fértil interior, transformar para explodir no novo ciclo de Luz – a Transformação Real! Toda a transformação acontece de forma Natural e alinhada com a inteligência criadora, mantenedora e destruidora – é respectivamente Brahma, Vishnu e Shiva. É Sattva, Rajas e Tamas. É positivo, neutro e negativo e assim por diante. Somos alguém sentado na beira do Rio da Vida que flui do sempre Agora, levando o que já não precisamos para o lago do Passado e trazendo da fonte do Futuro, o alimento para o Presente momento. Como em um ovo, quando a casca se rompe com a força que vem de dentro (Futuro), a vida acontece para seguir seu ciclo até a morte e posterior renascimento; por outro lado, se a força vem de fora (Passado), o ovo se quebra e a vida potencial morre precocemente, adormecendo temporariamente. Assim, do sutil para o grosseiro e do grosseiro para o sutil, como em uma espiral de duas vias, na Menopausa – a Transformação Real se dá em giros de espirais dentro de espirais. Mais um ciclo está … Ver mais…

Bandeira da Paz – Ano Novo Maia – dia-fora-do-tempo

Escrito em: 11 de Fevereiro de 2012 por Gisele de Menezes

    Passado, Presente e Futuro, guardados pelo círculo da Eternidade. Religião, Arte e Ciência, protegidos pelo círculo da Cultura. Estar no Oriente e a cada dia interagir com a cultura local, me faz pensar sobre: Onde é o Oriente? Se o povo do Norte do Oriente como os mongois ou ladaks são tão iguais ao povo do Ocidente como os índios americanos ou os bolivianos, então onde aconteceu a separação? Nossa idéia de separação é mais desastrosa do que podemos imaginar. No Oriente, ao conviver com muçulmanos, hindus, budistas e ladaks, ao escutar seus cânticos e sentir Amor em todas as crenças, sempre lembrava da Bandeira da Paz. Ficava extasiada ao escutar o canto que saia das mesquitas muçulmanas em vários horários do dia e noite.  O som dos gonpas tibetanos é igualmente divino e se parece muito com o som dos xamãs da Sibéria. Enfim, todos cantam a “boa nova”, todos acreditam em dias melhores, todos sofrem com este final de ciclo tão escuro e cheio de medos. Poderíamos estar unidos! Poderia a Bandeira da Paz cumprir sua função de proteger todas as Artes, Religiões e Culturas! Mas uma bandeira pode apenas lembrar os homens. E por que os … Ver mais…

Prece para o Golfo do México

Escrito em: 5 de Julho de 2010 por Gisele de Menezes

Ver a Mãe Terra sangrando está chocando as pessoas. Penso que o que está acontecendo no Golfo, apesar de triste para quem vê, é bom para clarear nossa visão e impulsionar nossa evolução. Todo aquele petróleo que parece afogar a vida marinha matando-a aos poucos, é um líquido vital para o Planeta, tem seu lugar vital no corpo da Mãe Terra. Apenas a forma como está sendo usado, ou seja, com a intervenção do homem, é que transformou o líquido em veneno. Nós estamos há muito tempo extraindo esta forma de energia e poluindo todo o meio ambiente. Este já era um problema grande, apenas não estávamos enxergando. Agora, com o líquido derramando aos nossos olhos, estamos vendo o quão sugadores somos. Aproveito este post para indicar mais uma vez o filme La Belle Verte. Você pode vê-lo neste blog clicando aqui. Talvez ajude no processo evolutivo. Convido-o com Amor e respeito a se dar alguns instantes à possibilidade de evoluir. O filme é muito bom. Abaixo divulgo uma oração que recebi por e-mail e achei que é uma boa forma de vibrar no Amor. Ho’oponopono, Dr.Masaru Emoto – Prece para o Golfo Dr. Masaru Emoto é o cientista do … Ver mais…

Vazamento no Golfo e o Mundo Vê a Copa

Escrito em: 24 de Junho de 2010 por Gisele de Menezes

Tudo se repete, fazemos questão de repetir, periodicamente caimos na burrice e alienação, mas agora… O que fazer para estancar? Como fazer para limpar? Estou envergonhada de ter precisado e de ainda usar produtos e subprodutos do petróleo. Petróleo é o nome que demos ao sangue da Mãe Terra. Damos nome a tudo, tomamos posse e usamos o que nem sequer sabemos ser. O resultado de nossa ganância por mais e mais, agora grita aos nossos olhos jorrando sem parar como uma incontrolável emorragia. Quanto tempo a Natureza levará para renascer?  Pergunto, pois estamos morrendo. O que fizemos? Onde chegamos? Somos uma sociedade que renegou a abundância divinamente oferecida sobre a Terra. Fomos cavar no escuro, violamos as profundezas para criar morte e um brilho plástico na superfície que nos encanta mais que o brilho do Sol. Ignoramos o brilho das estrelas, do orvalho nas flores e folhas refletindo a Luz do Sol. Ignoramos o brilho da Água translúcida do mar que agora, escurece a cada dia.  Somos renegados e nosso Carma se agranda. Teremos que evoluir agora. Esta talvez seja a oportunidade para abaixarmos a cabeça, ver que erramos e, sem culpa, mas com responsabilidade, unidos, fazermos algo para … Ver mais…

Medo, 2012, Matrix

Escrito em: 21 de Maio de 2010 por Gisele de Menezes

O medo é o sentimento que sustenta o sistema, a matrix. É também o sentimento que nos paraliza e mantém tudo como está. Algumas vezes, porque não temos opção, algo se rompe, sofremos alguma perda, algum revés. Depois de algum tempo, já estamos em outro momento e esquecemos que este momento novo veio do rompimento com o velho. Por conta deste esquecimento, vamos nos apegando ao que temos e damos continuidade ao sofrimento. Sofremos porque temos que manter. Fazemos esforços, concessões, e tudo em nome da preservação. Preservamos exatamente o quê? Não estamos preservando o meio ambiente. Esta seria a única atitude que justificaria qualquer esforço. Mas não. Nos esforçamos mais em edificar habitações e mobiliá-las do que em manter uma pequena área de floresta. O medo é o sentimento característico de quem está identificado com o que vai perecer. Sentimo-nos sós ao pensar na morte. Nos tratamos mal, porque temos a ilusão de estarmos sós. Viemos sós e voltaremos sós, este é o movimento natural. Aqui na Mãe Terra onde brotamos, estamos divididos em milhões de egos, por isso sentimos solidão, porém não estamos sós. Na terceira dimensão perdemos a percepção da multidimensionalide que é inerente a todos os … Ver mais…

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