Arquivos da Tag: Natureza

Medo, 2012, Matrix

Escrito em: 21 de Maio de 2010 por Gisele de Menezes

O medo é o sentimento que sustenta o sistema, a matrix. É também o sentimento que nos paraliza e mantém tudo como está. Algumas vezes, porque não temos opção, algo se rompe, sofremos alguma perda, algum revés. Depois de algum tempo, já estamos em outro momento e esquecemos que este momento novo veio do rompimento com o velho. Por conta deste esquecimento, vamos nos apegando ao que temos e damos continuidade ao sofrimento. Sofremos porque temos que manter. Fazemos esforços, concessões, e tudo em nome da preservação. Preservamos exatamente o quê? Não estamos preservando o meio ambiente. Esta seria a única atitude que justificaria qualquer esforço. Mas não. Nos esforçamos mais em edificar habitações e mobiliá-las do que em manter uma pequena área de floresta. O medo é o sentimento característico de quem está identificado com o que vai perecer. Sentimo-nos sós ao pensar na morte. Nos tratamos mal, porque temos a ilusão de estarmos sós. Viemos sós e voltaremos sós, este é o movimento natural. Aqui na Mãe Terra onde brotamos, estamos divididos em milhões de egos, por isso sentimos solidão, porém não estamos sós. Na terceira dimensão perdemos a percepção da multidimensionalide que é inerente a todos os … Ver mais…

Mulheres Grávidas – Parto Natural – Usinas Hidrelétricas

Escrito em: 22 de Março de 2010 por Gisele de Menezes

Como mãe e mulher, pensei em auxiliar as futuras ou recentes mamães e também dividir com mamães e vovós, um pouco do meu entendimento. Afinal mulheres grávidas aprendem com a inteligência superior de suas barrigas crescendo, com pequeninos seres cheirosinhos lá dentro. Se eu pudesse interferir de alguma forma na vida de outras mulheres, escolheria o poder para fazê-las optarem por partos naturais. Os bebês e as mamães certamente se sentiriam melhores e mais próximos de sua Natureza. Diria a elas que escutassem o corpo, pois ele possibilita a experiência para o espírito, enquanto a mente registra essas impressões. Pediria ainda que confiassem, é um movimento entrelaçado e de perfeita Harmonia, é como a respiração, simplesmente acontece. Ainda que todos os partos fossem naturais, o que é uma grande vitória no processo evolutivo, restaria ainda um longo caminho pela frente, a criação em si. Nesta senda inevitável, surge uma dúvida – Sabemos receber a criação? Hoje em dia, com tantos artifícios para o que já foi simples e sublime, talves estejamos um tanto distantes da “Criação”. Quando chegamos neste corpo físico em forma de bebês, somos vistos como propriedade de quem nos trouxe “à vida”. As mentes adultas já impregnadas … Ver mais…

Equilíbrio ou Sucesso?

Escrito em: 12 de Março de 2010 por Gisele de Menezes

Quão difícil poderá ser, para uma pessoa da nossa sociedade, na plenitude do ano 2010, encontrar o caminho do equilíbrio? Quão difícil e caro também poderá ser o caminho do sucesso? Os Mestres da Paz de todos os tempos, em suas silenciosas, humildes e iluminadas aparições, deixaram claro que o caminho do equilíbrio é trilhado com a acurada observação da mente. Disseram também, complementando o mesmo entendimento, que a Verdade está em nossos corações, que deste Templo interno fala nossa Alma e que para escutá-La, precisamos de silêncio. E ainda, como sonoro exemplo, estes Mestres singelos em suas vestimentas e moderados ao se alimentarem, eram movidos por atitudes simples. Na sociedade em que vivemos, os mestres do “interessado” e atual sistema, são mestres barulhentos, soberbos, orgulhosos e brilhantes, mestres que estimulam seus seguidores a buscarem riquezas materiais, a ficarem atrativos, famosos, ligados e “eternamente jovens”. Eles vendem uma idéia de felicidade condicionada à importância da informação fabricada sobre “tudo o que acontece” a nossa volta e em volta do mundo da fama. A fama pode ser qualquer coisa que nos faça sentir importantes e melhores do que alguma coisa ou alguém. Segundo seus exemplos, devemos estar atualizados mesmo que o … Ver mais…

Mensagem Para Este Momento

Escrito em: 18 de Dezembro de 2009 por Gisele de Menezes

Pensei em mim e em cada pessoa que conheço. Pessoas que vieram até mim, pessoas que conheci por termos ido a algum lugar em comum, pensei nos meninos e meninas das sinaleiras, que acabamos também conhecendo e fui pensando e deixando que todos me viessem à mente. Estive, nestes últimos dias, me esforçando para escrever algo que fizesse sentido para este momento. Li várias mensagens de final de ano, mensagens de natal. Acompanhei algumas notícias sobre os acontecimentos em volta do Planeta e, sem idéias, pedi ajuda aos céus. Pedi para ter uma mensagem especial! Queria uma mensagem que tocasse o coração das pessoas e, se estivessem tristes, que ficassem felizes, se estivessem felizes, que tivessem a oportunidade de distribuir a felicidade. Pedi ainda aos céus que, caso houvessem pessoas desanimadas, uma formiga trabalhadora lhes chamasse a atenção, ao passar na calçada, para o ciclo contínuo do trabalho pelo bem comum e, que ao verem isso, ficassem entusiasmadas, pois melhor que as formigas, quando estamos envolvidos com nossos afazeres, ninguém pisa espontaneamente em cima de nós e nos esmaga acabando com tudo. Puft! Pedi ainda aos céus que, se houvessem pessoas em momentos difíceis, que estas lembrassem da parábola do … Ver mais…

Pequenos Seres Humanos

Escrito em: 8 de Agosto de 2009 por Gisele de Menezes

Ao ser contatada por uma amiga, mulher e mãe que está na Espanha, solicitando uma boa leitura que lhe auxiliasse na formação de seu pequeno filho recém chegado, parei para observar e então escrever este texto. Ela é uma jovem mulher com a metade de minha idade, uma pessoa que admiro pelo que vejo e respeito pelo que ouço através de meus filhos, amigos dela antes de mim. Da mesma forma, ela me tem apreço, ou não pediria auxílio na tarefa de educar. Na observação que empreendi, coloquei-me em local público em um final de tarde tranqüilo na beira de uma pequena lagoa no centro de uma cidade a beira-mar. O local fica em uma praia próxima e é bem populoso apesar de se tratar de um período de rigoroso inverno nesta região. Uma pequena criança de aproximadamente um ano e meio, passou em pequeninos passos acompanhada de sua paciente mãe e seu olhar cuidadoso sobre seu amado filho. Era um futuro adulto, uma bela miniatura do que será, mas como uma jovem criança, era cambaleante. Observei que o pequenino distraía-se facilmente com os sons e qualquer coisa em movimento lhe atraía a visão e mudava seu rumo. Observei que … Ver mais…

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