Arquivos da Tag: Paz

O Mago de Botas

Escrito em: 8 de Fevereiro de 2014 por Gisele de Menezes

Quero aqui falar, como filha da Terra que sou, sobre o homem. O homem de sempre. Homem aquele que comunga com a Terra, que coloca o alimento em nossas mãos, olha nos olhos de seu semelhante, tece de alguma forma o seu agasalho e apara a sua barba com olhar estético. Preciso falar do homem que cuida de um pai doente, de uma mulher frágil, de uma mãe cansada, e não raro, do pão nosso de cada dia. Penso no homem que, ao dar a sua sagrada energia, após colher os frutos da Mãe Terra, compartilha com os demais e cura a fome do pobre. Enfim, vou falar do Mago de Botas, o homem que as vezes até esquece de agradecer aos céus a força que tem nessa vida. Nós mulheres estamos falando tanto no sagrado feminino, que até parece que o homem não tem uma relação sagrada com sua existência. As vezes nos enfeitamos e nos exaltamos tanto que nos distanciamos do filho da Terra! O que precisa o homem que conhece a Terra, para estar íntegro? Qual a relação dele com o meio ambiente? Qual sua contribuição? O homem percebe-se aqui, olha para os lados, traz suas impressões, … Ver mais…

Bandeira da Paz – Ano Novo Maia – dia-fora-do-tempo

Escrito em: 11 de Fevereiro de 2012 por Gisele de Menezes

    Passado, Presente e Futuro, guardados pelo círculo da Eternidade. Religião, Arte e Ciência, protegidos pelo círculo da Cultura. Estar no Oriente e a cada dia interagir com a cultura local, me faz pensar sobre: Onde é o Oriente? Se o povo do Norte do Oriente como os mongois ou ladaks são tão iguais ao povo do Ocidente como os índios americanos ou os bolivianos, então onde aconteceu a separação? Nossa idéia de separação é mais desastrosa do que podemos imaginar. No Oriente, ao conviver com muçulmanos, hindus, budistas e ladaks, ao escutar seus cânticos e sentir Amor em todas as crenças, sempre lembrava da Bandeira da Paz. Ficava extasiada ao escutar o canto que saia das mesquitas muçulmanas em vários horários do dia e noite.  O som dos gonpas tibetanos é igualmente divino e se parece muito com o som dos xamãs da Sibéria. Enfim, todos cantam a “boa nova”, todos acreditam em dias melhores, todos sofrem com este final de ciclo tão escuro e cheio de medos. Poderíamos estar unidos! Poderia a Bandeira da Paz cumprir sua função de proteger todas as Artes, Religiões e Culturas! Mas uma bandeira pode apenas lembrar os homens. E por que os … Ver mais…

Nicholas Roerich, José Arguelles, Bandeira da Paz e Tempo Natural

Escrito em: 23 de Janeiro de 2012 por Gisele de Menezes

Estamos em União pela Paz, pela Harmonia da mente e do Tempo Natural. Nicholas Roerich viveu pela Arte, pela Cultura e pela Paz! José Arguelles viveu pela Arte, pela Cultura, pela Paz, pelo retorno da Luz e pela Ponte Arco-Íris. Percebemos o espaço, o mundo ao nosso redor, através de nossos sentidos. O que vemos, ouvimos, provamos, sentimos e tocamos, define o espaço. O espaço é algo limitado aos nossos sentidos. Hoje temos tecnologia e sempre tivemos imaginação para ir mais além, mas temos que retornar de qualquer ponto para, através de nossos sentidos, compreendermos o espaço. Ninguém poderá dizer a você que o outro lado da rua está a mil passos, certo? E o Tempo? Quem percebe o Tempo? O Tempo é percebido pela mente. Se nosso instrumento de contagem do Tempo, que é o calendário gregoriano, é irregular, sem harmonia, sem lógica e sem fundamento científico, nossa mente corre um sério risco de ficar confusa, fraca e medrosa. Toda manifestação material advém primeiramente de uma criação da mente, certo? Então deve ser por isso que nosso mundo hoje é rodeado pelo caos social e ambiental. Como poderemos mudar esta situação? Com mais produção? Mais carros? Mais dinheiro? Mais … Ver mais…

Quando me Amei de Verdade…

Escrito em: 20 de Maio de 2011 por Gisele de Menezes

Nos reunimos, nos encontramos, silenciamos, nos olhamos, nos cuidamos e dançamos. Mulheres escutam o chamado e buscam suas irmãs! Elas caminham certeiras para o encontro com a Deusa. Fortalecidas, lembram seus propósitos, lembram de sua Paz interior e experimentam seu poder curador. Juntas, todas querem presentear as mulheres que não chegaram para o encontro e compartilham as sábias palavras de Charles Chaplin. Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é…Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de… Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome … Ver mais…

Massagem Espiritual

Escrito em: 31 de Março de 2011 por Gisele de Menezes

Algumas boas técnicas de trabalho corporal são oferecidas hoje! Este é um momento em que tocar é “permitido”, realmente interferimos com nosso Corpo, Mente e Espírito, no outro. Nos entrelaçamos! Estamos bem? Estamos íntegros? Temos qualidade para oferecer no olhar? Fazemos cursos, aprofundamentos e vivências e criamos nossa “maneira” de tocar. Somos bem intencionados, deixamos que o Amor seja nosso guia e em muitos momentos, durante o trabalho corporal, abrimos brechas em indivíduos encouraçados, mal tratados, tristes, inseguros e doloridos. Integramo-nos com o outro ser. Esta experiência bem amparada na Fé, pode ser libertadora. A cura é o momento em que o ser enxerga o Ser. A energia circula com tal fluidez que limpa os canais de energia ora obstruídos e inunda os centros de consciência – os Chakras, que estão ligados às glândulas endócrinas e são responsáveis Superiores por todo o funcionamento equilibrado do corpo biológico. O Ser manifestado, é o companheiro invisível e eternamente inseparável de toda a jornada. Ao percebermos esta integração, o renascimento consciente ocorre. A partir daí, o indivíduo escolhe, ou seja, assume a responsabilidade pelo “Agora”. Todos os hábitos que envolvem o cuidado com o corpo humano e o Corpo da Mãe Terra, do qual … Ver mais…

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