Arquivos da Tag: Sabedoria

Bandeira da Paz – Ano Novo Maia – dia-fora-do-tempo

Escrito em: 11 de Fevereiro de 2012 por Gisele de Menezes

    Passado, Presente e Futuro, guardados pelo círculo da Eternidade. Religião, Arte e Ciência, protegidos pelo círculo da Cultura. Estar no Oriente e a cada dia interagir com a cultura local, me faz pensar sobre: Onde é o Oriente? Se o povo do Norte do Oriente como os mongois ou ladaks são tão iguais ao povo do Ocidente como os índios americanos ou os bolivianos, então onde aconteceu a separação? Nossa idéia de separação é mais desastrosa do que podemos imaginar. No Oriente, ao conviver com muçulmanos, hindus, budistas e ladaks, ao escutar seus cânticos e sentir Amor em todas as crenças, sempre lembrava da Bandeira da Paz. Ficava extasiada ao escutar o canto que saia das mesquitas muçulmanas em vários horários do dia e noite.  O som dos gonpas tibetanos é igualmente divino e se parece muito com o som dos xamãs da Sibéria. Enfim, todos cantam a “boa nova”, todos acreditam em dias melhores, todos sofrem com este final de ciclo tão escuro e cheio de medos. Poderíamos estar unidos! Poderia a Bandeira da Paz cumprir sua função de proteger todas as Artes, Religiões e Culturas! Mas uma bandeira pode apenas lembrar os homens. E por que os … Ver mais…

Oração de Swami Dayananda

Escrito em: 30 de Novembro de 2011 por Gisele de Menezes

De nosso último estudo em grupo do ano de 2011, sobre os Yoga Sutras de Patañjali, ficou ecoando em minha Alma o sutra II.16 –  heyam duhkham anãgatam As dores que estão por chegar, podem e devem ser evitadas. “A dor passada se acabou. A dor que estamos em processo de experimentar não se pode evitar, mas sim reduzir até certo ponto, mediante a prática yóguica e o conhecimento discriminador. As dores futuras e desconhecidas podem ser prevenidas observando a disciplina yóguica.” B.K.S. Iyengar Eu por minha vez, que meditava na melhor atitude para lidar com os movimentos da vida, achei esta oração do Swami Dayananda Saraswati e compartilho, pois tocou meu coração. “A base para qualquer forma de oração é o próprio reconhecimento de sua impotência. A oração nasce do seu reconhecimento de sua própria impotência e também de sua apreciação de uma fonte de todo poder e todo conhecimento. Com essas duas descobertas a oração é muito natural. Quando estou impotente busco ajuda de qualquer pessoa de quem possa obter essa ajuda. Quando a impotência é em termos de capacidade de abandonar o meu passado e deixar o futuro acontecer sem estar apreensivo, então nenhuma ajuda de fora, … Ver mais…

O Manifesto de Tamera

Escrito em: 18 de Junho de 2011 por Gisele de Menezes

Para uma nova geração no Planeta Terra Por detrás da violência global revelam-se as energias de uma mudança profunda dos tempos. Aqueles que hoje se erguem contra o despotismo poderão amanhã ser testemunhas de um mundo completamente mudado. Saudamos as pessoas que hoje preparam a nova era em todos os continentes, muitas vezes, correndo risco de vida. Saudamos a comunidade planetária surgida recentemente. “Temos medo. Aqui em Gaza temos medo de ser presos, interrogados, espancados, torturados, bombardeados, mortos. (…) Somos uma juventude com corações pesados. Carregamos um peso tão imenso que se torna difícil apreciar o pôr- do-sol. (…) Há uma revolução a crescer dentro de nós, uma imensa insatisfação e frustração que nos irá destruir a não ser que encontremos uma forma de canalizar esta energia para algo que possa desafiar o actual estado das coisas e nos dê algum tipo de esperança.” (Citação extraída do Manifesto da Juventude de Gaza pela Mudança, Dezembro de 2010) Este é o apelo da juventude de Gaza. É o apelo de uma geração sem esperança. Um apelo de muitos países da Terra. Representantes do Centro de Pesquisa para a Paz em Tamera, Portugal, realizaram diversas peregrinações em Israel/Palestina e na Colômbia. Esperamos … Ver mais…

Quando me Amei de Verdade…

Escrito em: 20 de Maio de 2011 por Gisele de Menezes

Nos reunimos, nos encontramos, silenciamos, nos olhamos, nos cuidamos e dançamos. Mulheres escutam o chamado e buscam suas irmãs! Elas caminham certeiras para o encontro com a Deusa. Fortalecidas, lembram seus propósitos, lembram de sua Paz interior e experimentam seu poder curador. Juntas, todas querem presentear as mulheres que não chegaram para o encontro e compartilham as sábias palavras de Charles Chaplin. Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é…Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de… Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome … Ver mais…

Magia de Cleópatra em São Paulo

Escrito em: 18 de Outubro de 2010 por Gisele de Menezes

Tive o privilégio de estar em São Paulo no mês de setembro de 2010, para o trabalho feminino Magia de Cleópatra. Este trabalho tem sido um bálsamo em minha vida, e sei, de muitas outras mulheres também! Até homens, pela singela companhia destas mulheres iniciadas já deram depoimentos de benefícios. Desde 2003, quando recebi a iniciação para este trabalho pela xamã siberiana Rassamaha,  percebo que esta bênção veio diretamente da Deusa. Querem saber de mais uma coisa?… Eu adorei as mulheres paulistas, mineiras e argentinas. Que alegria estar em um grupo tão FEMININO! Há algum tempo, aprendi que fotos aprisionam o espírito do momento, concordo plenamente com esse sábio aprendizado. Fico imaginando que, se eu fotografasse tudo o que fez sentido para mim, certamente queimaria as fotos antes de me esforçar em mostrar para alguém que não estivesse Presente. A Magia não pode ser fotografada! A doçura de cada uma, o olhar curioso, o momento em que tudo fica simples, a dança, a cumplicidade, a força, a confiança, o cuidado. Cada Olga, cada Valéria, cada Amanda, cada Beth, cada Sandra, cada Lisa, cada Fran, cada Maria… Cada irmã. Sabemos que estamos ligadas pelas nossas melhores intenções e por nossos corações. … Ver mais…

  1. Páginas:
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  • Etiquetas