Arquivos da Tag: Trabalho corporal

Percepção Individual sobre o Trabalho Corporal

Escrito em: 16 de Agosto de 2014 por Gisele de Menezes

Tão sagrada a percepção de cada ser! Ao pararmos para observar, concluímos algo sobre o observado. Parece simples ter uma opnião, parece repetitivo como respirar. Mas respirar não está em mim, tenho que compreender que estou na respiração. Se respiro estou e, se faço disso um momento de reflexão… Então sou. Estamos abarrotados de quadros mentais e experiências rasas que limitam a profunda percepção. Quando abrimos as camadas do “pronto”, um universo muiticolorido se revela e é uma ponte para o infinito. A vida é infinitamente o mistério da Criação por Ela mesma e é o elo de todas as correntes de percepção. Todas as percepções são insights para a mesma consciência que estará eternamente aberta à conclusão final… E outra respiração virá. Pedi às pessoas que participam de meus cursos e retiros, que descrevessem em palavras as suas percepções sobre a experiência. Recebi de volta vários depoimentos e com carinho e gratidão fui colocando nas páginas do curso de massagem em módulos e do intensivo de massagem com retiro. Entretanto uma descrição especialmente me inspirou a rever minha “percepção”. Mais do que um simples contato, pele contra pele, é o movimento invisível dos corpos enquanto trocam energia.. a conexão … Ver mais…

Depoimentos Para o Trabalho Corporal

Escrito em: 10 de Agosto de 2004 por Gisele de Menezes

Dar-se não é fácil. São as próprias experiências da vida que levam a nos protegermos, nos fecharmos, nos preservarmos. Afinal nada e ninguém nos garante sobre o que será feito dessa doação de si. Por isso foi uma sensação incomum a que tive quando interagi pela primeira vez com Gisele. É claro que as recomendações prévias, de pessoas em quem confio, foram um precedente importante. Mas o fato é que diante de uma pessoa que me era praticamente desconhecida, Gisele, eu tive a sensação que podia entregar-me completamente! Deixar meu corpo, comportado e regrado pelas normas sociais que interiorizamos desde a infância, simplesmente ser massa desforme, passiva, aberta e entregue ao seu toque, à sua manipulação, ao seu querer e seu saber. De repente, me senti como um bebê; como meu bebê se sente comigo. E ela me acolheu em seus braços, transmitindo plena confiança à minha fragilidade, me fortalecendo pra enfrentar o mundo. Foi uma sessão apenas, visto que moramos muito longe, e isso já faz quase dois anos. Mas ocasionalmente eu encontro Gisele, e por razões que não sei explicar, sempre que a vejo, um arrepio passa pela minha epiderme, uma emoção emerge da minha alma, pela lembrança que … Ver mais…

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