Medo, 2012, Matrix

Escrito em: 21 de Maio de 2010 por Gisele de Menezes

O medo é o sentimento que sustenta o sistema, a matrix. É também o sentimento que nos paraliza e mantém tudo como está.

Algumas vezes, porque não temos opção, algo se rompe, sofremos alguma perda, algum revés. Depois de algum tempo, já estamos em outro momento e esquecemos que este momento novo veio do rompimento com o velho. Por conta deste esquecimento, vamos nos apegando ao que temos e damos continuidade ao sofrimento. Sofremos porque temos que manter. Fazemos esforços, concessões, e tudo em nome da preservação. Preservamos exatamente o quê?

Não estamos preservando o meio ambiente. Esta seria a única atitude que justificaria qualquer esforço. Mas não. Nos esforçamos mais em edificar habitações e mobiliá-las do que em manter uma pequena área de floresta.

O medo é o sentimento característico de quem está identificado com o que vai perecer. Sentimo-nos sós ao pensar na morte. Nos tratamos mal, porque temos a ilusão de estarmos sós. Viemos sós e voltaremos sós, este é o movimento natural. Aqui na Mãe Terra onde brotamos, estamos divididos em milhões de egos, por isso sentimos solidão, porém não estamos sós. Na terceira dimensão perdemos a percepção da multidimensionalide que é inerente a todos os seres encarnados, porém acordados. Tudo o que criamos aqui é para agradar ao ego que sente-se incompleto. Se não temos esta compreensão porque não buscamos o conhecimento, então temos medo.

O sistema ao longo dos tempos introduziu uma idéia de medo muito estratégica. A busca ao conhecimento e tudo o que pudesse auxiliar ao processo de acordar foi proibido, banido e perseguido. Os conhecimentos esotéricos foram difamados e uma imagem demoníaca foi atribuída a eles. Até o tal “demonio” foi inventado para que tivessemos muito medo. Tudo muito bem planejado para escravizar toda a humanidade.

Mas agora…

…O Planeta Mãe está recebendo ativações cósmicas, está morrendo para o velho e preparando-se para o novo.

Se observarmos a Natureza, veremos que tudo está certo. Se ficarmos em silêncio, o que é muito improvável nos dias de hoje, poderemos perceber que a vibração que sustenta os ciclos de morte e renascimento é amorosa e eterna. Podemos vibrar no Amor. Se ficarmos fora da “rede” que nos mantém conectados ao medo, teremos uma grande oportunidade de iluminação.

Fomos despreparados para sermos desapegados e despreocupados. Acreditamos na escassez, tememos a falta, somos como passarinhos engaiolados acostumados com nossa porção de mantimentos. Criamos passarinhos em nossas casas para representar o que somos e não nos damos conta do “modelo”. Achamos que temos livre arbítrio, que escolhemos, mas é tudo limitado ao medo. Vamos somente aonde temos garantias de que não romperemos com nossa “porção”.

Nossa salvação não virá de fora, ao contrário do que muitos acreditam.

Alguns acham até que 2012 será providencial, pois se não sabemos como consertar nossa bagunça, então algo maior fará o serviço. Ainda o melhor caminho é aquele que nos leva para dentro, onde podemos encontrar a chave que abrirá a porta dos céus.

Indico um livro muito esclarecedor e que pode ser um guia neste caminho e nos ligar amorosamente as palavras do Cristo. Do Yogue Paramahansa Yogananda – O Yoga de Jesus

Om Namaha Shivaya!

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