Arquivos da Tag: Paz

A Cientista que Curou seu Próprio Cérebro – Dra. Jill Bolte Taylor

Escrito em: 16 de Setembro de 2008 por Gisele de Menezes

Fui solicitada pela Ediouro, a comentar o livro da cientista Dra. Jill Bolte Taylor. O livro é sobre a experiência que ela teve com o derrame que afetou o lado esquerdo de seu cérebro, a cirurgia e a recuperação. É um relato científico desta intensa experiência e, por isso, uma experiência Divina. Ela explica de forma muito clara a diferença de percepção dos dois hemisférios de nosso cérebro e dá uma idéia exata de onde estão nossos problemas e as respectivas soluções. Por exemplo, nossos maiores problemas estão exatamente onde os causamos, em nossa cabeça. É neste local demasiadamente pensante e criador, que facilmente nos desconectamos do aspécto metafísico de todas as coisas. Com clara e acessível linguagem, ela traz fatos que abrem a percepção de qualquer pessoa inteligente. Para quem conhece um pouco sobre os centros psíquicos, os Chakras, (vórtices de energia relacionados às glândulas endócrinas) o livro, auxiliando na compreensão da função dos sentidos cognitivos e suas reações fisiológicas desencadeadas no corpo, facilita  a relação do corpo físico com o sutil. Com humildade, esta neuroanatomista nos convida a reverenciar o Divino em cada giro atômico da mais remota molécula e assim abre com chave de ouro a porta … Ver mais…

Como Ajudar o Meio Ambiente

Escrito em: 21 de Abril de 2008 por Gisele de Menezes

Abaixo um desabafo. As vezes vejo tanta incongruência que quero desabafar. Acho que não adianta nenhuma ação externa pelo meio ambiente enquanto não olharmos de frente para a questão da alimentação. É tão individual e tão importante para o coletivo! Nossos vícios subjugam toda a Natureza! Temos que acordar e “ver” o padrão que está sendo mantido para o prazer efêmero de alguns habitantes do Planeta. O sistema implantado para controlar de forma anti natural, e manter poucos em um poder ilusório, alimenta-se de nossos vícios. Estamos nos alimentando de sangue derramado, tristeza, queimadas, indignidade, hormônios, anti-bióticos, pesticidas, água suja e ainda uma série de produtos que a televisão nos vende mascarados de alegria e beleza. Somos loucos, insensiveis? Estamos cegos? Temos medo de mudar? Será que é por isso que usamos perfumes tão fortes? Estamos fedorentos? Nossa pele exala toda a porcaria que colocamos para dentro e que o sobrecarregado aparelho digestivo não dá conta de resolver. Muitos de nós ou quase todos, tem algum tipo de doença, desequilíbrio. Pagamos por planos de saúde e não queremos ficar saudáveis, queremos remédios, radiação, quimioterapia, exames, procedimentos. Por que não mudamos nossa maneira de comer, dormir, beber, agir? Doentes damos lucro … Ver mais…

Viagem Xamânica

Escrito em: 17 de Abril de 2008 por Gisele de Menezes

O xamâ aproximou-se suavemente do grupo que buscava entendimento e convidou para uma viagem pelo Grande Eixo dos Mundos. – Fechem os olhos, vamos visualizar o Grande Eixo do qual somos parte, usaremos o poder de transformação através da energia dos animais de poder. Juntos chegaram próximos de um imenso pilar dourado, não se podia ver início nem fim. O xamã fez um gesto com a mão, convidando-os a chegarem mais próximo. Ao chegarem, olhando para baixo, na intenção de visualizar onde começava o Grande Eixo, constataram que encontrava-se enterrado como um sólido tronco de árvore. – Não vemos as raízes, mas elas existem, desceremos a esta camada abaixo. Este é o mundo raíz. Vamos usar a energia do irmão castor. Desceremos e conheceremos o mundo escuro, o interior de onde brota a vida terrena. É ali, neste local sagrado, que o Espírito encontra a forma. Despertaremos nosso conhecimento! Tudo estava vivo, tudo pulsava e  nesta profundidade, foram acolhidos por todos os seres que os rodeavam. Muitas formas de vida! Ali ficaram por algum tempo, sentindo o úmido e morno útero. – Agora que conhecemos a base, vamos olhar novamente para o eixo. Agradeceram a hospitalidade do castor e colocaram … Ver mais…

  1. Páginas:
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  • Etiquetas