A Massagem Que Faço, Amo e Ensino

Escrito em: 5 de Setembro de 2013 por Gisele de Menezes

Queridos amigos que me visitam por aqui, esse post tem a intenção de reapresentar meu trabalho primeiro no caminho das terapias. Ao colocar abaixo o texto que consta nas primeiras páginas de apresentação da apostila do curso que dou – ensinando para muitas pessoas o trabalho que desenvolvo – intenciono deixar claro aos interessados, exatamente o que ensino. Aprendi que é de extrema importância que, ao longo de nossa caminhada sejamos fieis à origem, sem negligenciar o todo. Esse é o estar íntegro no meu entendimento. Sendo assim, batizei meu trabalho com o nome de Massagem Indiana e, a cada aluno meu, ao fazerem o que ensino, peço que não chamem de massagem ayurvédica ou Yoga Massagem Ayurvédica – pois esta é ensinada pela mestra Kusum Modak e seus discípulos, pelos quais tenho profundo respeito e gratidão.   Os primeiros conhecimentos nesta senda vieram pelas precisas mãos da instrutora Dhyan Vishwa. Ela era uma discípula dos conhecimentos da Tradicional Yoga Massagem Ayurvédica, da mestra indiana Kusum Modak com quem havia convivido por longo período na cidade de Puna – Índia. Quando entrei em contato com a massagem pela primeira vez, encantada com o que senti, percebi que estava recebendo algo … Ver mais…

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Compartilhar no Facebook – Mente Natural

Escrito em: 13 de Abril de 2013 por Gisele de Menezes

Interessante usar o Facebook como uma ferramenta de auto-conhecimento. Afinal, além de todos os nossos afazeres diários, conseguimos dedicar bastante tempo ao portal virtual da “onda”. Como auto-conhecimento, podemos ver o que nos atrai, o que nos repulsa, e mais uma infinidade de informações gerando posicionamentos e opiniões. E tudo passa muito rápido! Este é o terreno da impermanência! Nada parece estar ativando mais a nossa velha mania de esquecer. Gostamos de algo e compartilhamos. Tenho observado que por mais que compartilhemos, trazendo aos nossos amigos as novidades, os eventos, as tendências e tudo o mais que queremos, quando caminhamos pelas ruas, a indiferença ainda nos endurece o coração. Temos que ficar indiferentes à miséria, à fome, à doença, à injustiça, à violência, à falta de consciência e à própria indiferença. Como podemos nos sentir bem se na maioria das vezes a ação está só no Facebook? Por vezes confirmamos presença em eventos que sequer estamos “a fim” de participar. Ora, ora… Quando compartilhamos ou confirmamos, estamos contando para todos os nossos milhares de amigos, como somos, que lugar frequentamos, com quem andamos, o que valorizamos, o que repudiamos, mas… Estamos Íntegros? Vivemos aquilo em que acreditamos? Podemos responder essa … Ver mais…

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Nova Era de Harmonia, Compaixão, Paz e Amor Verdadeiro

Escrito em: 20 de Fevereiro de 2013 por Gisele de Menezes

Houve um Tempo de escuridão, entretanto havia a promessa de uma Nova Era de Luz. Haviam acordados trabalhando pela grande mudança. Existem Mestres guiando o processo evolutivo. Havia entre os homens e mulheres, expectativa, receio, esperança, mistério, insegurança, euforia, desejos, aversões, preferências… Havia também um modelo que se fez realidade e haviam guerras, fome, injustiças e desilusão. Poderíamos enumerar outros sentimentos, causas, consequencias e tudo o mais que criamos em um ciclo onde as trevas tiveram lugar de destaque. Podemos também fazer uma breve retrospectiva e lembraremos de grandes contrastes, afinal em todo o ciclo passado, enquanto uns se uniam em alegria, abundância e segurança, outros, no mesmo instante, experimentavam tristeza, escassez e desespero. O que foi essa Era de densidade? Como chegamos até aqui? Estamos, enquanto humanidade, entrando em uma Era onde experimentaremos a unificação, ou unicidade. Não teremos mais como guia, uma malha mental que entende tudo através da experiência da dualidade. Se pensávamos Paz, criavamos guerra ao simples fato de estarmos usando o “padrão dualidade” como um parâmetro. Isso se explica ao aceitarmos o fato de que todo o pensamento é criação. Você consegue pensar em Paz sem pensar no que é oposto a isso? Consegue desejar … Ver mais…

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Santa Maria, Incidente em Santa Maria, um Fractal de Auschwitz

Escrito em: 3 de Fevereiro de 2013 por Gisele de Menezes

Diferentemente do tempo de terceira dimensão; linear, astronômico, cronológico, mecanizado com base 12, o Tempo de quarta dimensão, com base 13, apresenta algumas características próprias: – é fractal, onde uma pequena parte representa o todo (como os padrões na natureza) – é radial, que se expande do centro – é cíclico, circuitos completos ciclicamente – a velocidade do tempo é instantaneamente infinita – o corpo é limitado pelo espaço – a mente é liberada pelo tempo A ciência holonômica é ou pertence a lei que rege sistemas integrais. É uma Lei pela qual todo princípio integral de realidade é capaz de evocar uma resposta similar ou refletir uma ordem fractal em qualquer nível ou por intermédio de qualquer estrutura. Visto pela perspectiva da Lei do Tempo, o triste evento de Santa Maria, foi um fractal de tempo obedecendo a ciência holonômica e seus princípios de consistência e reciprocidade. Vejamos: o dia 27/01, data do incêndio da boate, também é o dia anualmente lembrado principalmente na Europa, todos os anos, como a chegada dos soviéticos no campo de concentração de Auschwitz. Lá, durante um período de 5 anos, mais de 1 milhão de pessoas foram mortas, a maioria em câmaras de … Ver mais…

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Lei do Tempo e Arte na Nova Era

Escrito em: 6 de Janeiro de 2013 por Gisele de Menezes

Fazemos parte do Movimento Mundial de Mudança do Calendário Gregoriano para o Sincronário de 13 Luas de 28 dias há algum tempo! Quando ministramos cursos da Lei do Tempo, é com grande satisfação que constatamos o quanto essa informação toca o coração das pessoas. Como parte do conteúdo do curso, o roubo do tempo é exposto e, em um primeiro momento, algumas pessoas ficam indignadas com isso, pois percebem o quanto o contexto em que estão inseridas é desarmônico e pode ser o causador de tantas doenças sociais, ambientais e individuais. No segundo momento, com os olhos brilhando, transbordam de amor pelo Planeta e o Ser Criativo começa a se manifestar. Porque essa exposição é importante? Pulsamos na intenção de que todos possam, a partir de um claro entendimento da diferença entre o tempo artificial – 12:60, que rege a humanidade hoje, e do tempo natural – frequência 13:20, posicionarem-se dentro do drama cósmico e enxergarem suas responsabilidades como atores principais. A partir do claro entendimento da contagem natural e perpétua do tempo e da prática diária, todos sentem o pulsar do Tempo Natural e a Paz que brota desse ponto. Esse ponto é onde incentivamos a Meditação da Mente … Ver mais…

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