Passado, Presente e Futuro, guardados pelo círculo da Eternidade. Religião, Arte e Ciência, protegidos pelo círculo da Cultura.
Estar no Oriente e a cada dia interagir mais com a cultura local, me faz pensar sobre – onde é o Oriente? Se o povo do Norte do Oriente como os mongois ou ladaks são tão iguais ao povo do Ocidente como os índios americanos ou os bolivianos, onde aconteceu a separação?
Nossa idéia de separação é mais desastrosa do que podemos imaginar. Lá no Oriente, ao conviver com muçulmanos, hindus, budistas e ladaks, ao escutar seus cânticos tibetanos, ladaks, muçulmanos e sentir Amor em todas as crenças, sempre lembrava da bandeira da Paz. Ficava extasiada ao escutar o canto que saia das mesquitas muçulmanas em vários horários do dia e noite. O som dos gonpas tibetanos é igualmente divino e se parece muito com o som dos xamãs da Sibéria. Enfim, todos cantam a “boa nova”, todos acreditam em dias melhores, todos sofrem com este final de ciclo tão escuro e cheio de medos.
Poderíamos estar unidos! Poderia a bandeira da Paz cumprir sua função de proteger todas as Artes, Religiões e Culturas! Mas uma bandeira pode apenas lembrar os homens. E por que os homens estão esquecidos?
Deus é Vontade e Criação, está em todas as partes, É tudo! Jesus falou desta onipresença, falou que temos em nós, em nossos corações, a chama desta Verdade. Buda ensinou o caminho para dentro, para o encontro com esta força. Maomé falou da presença de Alah em todoas as coisas. Os xamãs falam do poder em nós, da cura ao nosso alcance. Os Maias conheciam os ciclos da Terra, o Tempo Natural, a viagem espiralada pelo Cosmos. A Espiral da Vida sempre Presente! Então…
Por que ainda permanecemos separados? Talvez se revessemos nossos conceitos de Tempo e Espaço, pudessemos sair deste “disco arranhado” onde a história parece se repetir.
Hoje, olhamos para o holocausto da segunda guerra e achamos tudo horrível, mas Agora, os palestinos vivem um holocausto , os japoneses se suicidam em massa, a vida marinha perece no Golfo. Será que vamos ter um futuro para lamentar o que acontece Agora? Será que nossa maneira de entender o Tempo nos faz ficar cruéis? Quem determinou esta divisão do sagrado Tempo em doze meses com horas de sessenta minutos? Será que a intenção era de Paz? Por que ainda estamos marcando este tempo estressante que não respeita os rítmos biológicos?
Temos um mapa, um movimento pela Paz que pode nos ajudar a navegar no Tempo e Espaço, temos um sincronário, O TZOLKIN, o calendario sagrado dos Maias. Estes irmãos ancestrais, gente das estrelas como nós, deixaram um conhecimento sideral para ser entendido pela nossa sofrida civilização. Falo do movimento de mudança do entendimento do Tempo. O Sincronário da Paz!
Com ele como ferramenta, podemos seguir os ciclos da Terra harmonizados com o Cosmos e ganhar o nosso Verdadeiro Tempo.
Se o Tempo é a atmosfera de nossa Mente, é importante que entendamos o Tempo com clareza.
Tempo é Arte! No sincronário dos Maias os ciclos são Harmônicos, conta-se 13 meses perfeitos de 28 dias e um dia-fora-do-tempo. Este dia corresponde ao dia 25 de julho, o dia verde. E pode ser comemorado com ações pacíficas e eventos artísticos. No dia 26 de julho, entramos no primeiro dia do ano novo Maia, este ano ou anel, é o ano Lua Harmônica Vermelha, 2010/2011. Um ano onde temos que purificar e ficar menos densos.
O Planeta que habitamos é nossa nave, nossa única possibilidade de estar Aqui e Agora. Aqui, somos as testemunhas da Criação. Esta condição de testemunhas da criação está comprometida pela nossa ignorante desconexão.
Muitos guerreiros da Luz trabalham para resgatar nosso curso, um exemplo de trabalho manifestado em Arte é o de Nicholas Roerich. Ele canalizou e pintou a Bandeira da Paz e foi lider de um movimento pela Espiritualidade, Cultura e Paz em sua época. Ele também conseguiu em 1935, a assinatura de 21 países reconhecendo o dia 25 de julho como o dia mundial da Cultura e da Paz.
Hoje mais de 60 países já assinaram este tratado, é o Pacto Roerich pela Paz. Você conhece este Pacto internacional?
Se usarmos este dia, o dia 25 de julho, dia-fora-do-tempo, para desconectar do relógio mecânico e brincar, meditar, fazer Arte, jejum e recordar o ” Tempo Inteiro” que somos criação. E ainda, se testemunharmos a delícia da Vida para o Criador em nós, talvez consigamos nos conectar com os ciclos naturais da Mãe Terra e assim abrir espaço para a ajuda que vem dos antepassados e da gente das estrelas.
*Se você quer adquirir sua agenda, seu guia para acompanhar o movimento espiral do Tempo e também participar de grupos de estudo, entre em contato.
Nicholas Roerich canalizou a bandeira da Paz em uma pintura. Ela tem três esferas vermelhas dentro de um círculo. Esta bandeira é usada pelos xamãs siberianos, foi usada pelos templários e é o símbolo de Shamballa, lugar especial conhecido das Grandes Almas.
Funda teu caráter na ginástica e tua Alma na música. Platão.
“Que a grande Luz brilhe e que a Verdade nos permita olhar de frente para
Ela!”
Entre no site www.sincronariodapaz.org e resgate o Tempo Real.










