Os Sinais

Escrito em: 3 de Fevereiro de 2009 por Gisele de Menezes

Meus Amigos, Namastê a todos!

Espero que muitos de vocês leiam este post. Tenho visto muitos sinais no céu e eles acontecem em “horário nobre”, por isso não tenho certeza de que todos estejam vendo também. É minha tarefa eleita, revelar o que me salta aos olhos e então, lá vai.

Mais precisamente durante o espetáculo do pôr do Sol, muitos traços e setas se apresentam acima da linha do horizonte. São como pequenos rastros de avião, fazendo letras ou símbolos e formas geométricas. Também espirais e, algumas vezes acima das nuvens,  pode-se ver nitidamente formas de imensos pássaros.

Aos quarenta e poucos anos de vida terrena, esta que conheço, sendo uma amante do cenário celeste, jamais vi tais espetáculos.

Se hoje eu fosse uma menina de 6 a 8 anos, desenharia, ao invés de casinhas com céu azul e nuvens redondinhas como floquinhos de algodão, formas geométricas muito peculiares para fazer as nuvens.

Convido-os sem compromisso a observarem – de vez em quando – o céu neste período e também ao Sol alto, 12 h.  Este segundo horário, deve ser com cuidado, você poderá tapar o Sol com sua mão e não com a “peneira” e verá, em dia de céu azul claro e cheio de nuvens brancas com formatos de suástica ou setas apontando em direções diferentes, um círculo de Arco-Íris que se forma ao redor do Sol.

Este fenômeno é chamado de Cachorro do Sol por nossos ancestrais nativos das Américas.

Se você achar este assunto muito estranho, observe se você em “horário nobre”, por acaso não se encontra atarefado demais dando conta do mundo material ou até recebendo da televisão – carro chefe do materialismo – incentivo a comprar mais e mais ao contrário de ser mais contemplativo. Observe também se a quantidade de informação visual colorida e feita por homens “espertos”, não anda deixando você com uma enorme fome justamente no horário do Cachorro do Sol. Ah, veja também se você está com o peso que lhe faz sentir leve e ágil.

Tem um outro fator importante que pode atrapalhar estes maravilhosos momentos de contemplação que só beneficiam nossos insights, são os tais óculos escuros que são vendidos das formas mais brilhantes e glamurosas e tiram o brilho e o glamur de muitos olhos.

Voltando aos sinais, são sinais dos tempos, falam com o nosso mais profundo ser e abrem nosso código genético para que nos lembremos quem somos e – a que viemos. Esta lembrança desencadeada pela simbologia, como um Yantra*, nos colocará de volta no caminho que perdemos olhando para baixo preocupados em “ter”, abrindo o espaço interno e inicialmente saudável do Ser.

*(…)Diz-se que o mantra é a alma do yantra. Os yantras são símbolos ou diagramas que encerram nas suas linhas os princípios do tantrismo e do Yoga, e que falam diretamente ao Eu profundo; imagens do macrocosmos que se refletem no microcosmos.(…) do Dicionário de Yoga – Pedro Kupfer.

Que a grande Luz brilhe e que a Verdade em nossos corações, nos auxilie a olhar de frente para Ela!

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