Arquivos da Tag: Meditação

O que está realmente acontecendo

Escrito em: 25 de Março de 2020 por Gisele de Menezes

O título deste post não foi pontuado porque não quer ser uma pergunta e tampouco tem a pretenção de ser uma resposta mas, uma reflexão – O que está realmente acontecendo.

Para a Vida que é real, que é perene, imutável e eterna, o que está realmente acontecendo é o que pode ser realizado no Agora – a própria Vida. A Vida é o que é e continuará, além de nosso entendimento, sendo o lugar aonde podemos a qualquer momento ficar conscientes.

Convido a uma simulação reflexiva. Ver mais…

Temos Para Onde Ir

Escrito em: 5 de Janeiro de 2020 por Gisele de Menezes

Lidando com a morte em todos os momentos, temos a oportunidade de despertar para a vida e, quando lidamos com a vida, ficamos conscientes de que Temos Para Onde Ir.
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Menopausa – a Transformação Real

Escrito em: 12 de Novembro de 2017 por Gisele de Menezes

Vida é a dança espiral que vem do centro, é o giro de trazer de fora e, no mais intrínseco escuro, no fértil interior, transformar para explodir no novo ciclo de Luz – a Transformação Real! Toda a transformação acontece de forma Natural e alinhada com a inteligência criadora, mantenedora e destruidora – é respectivamente Brahma, Vishnu e Shiva. É Sattva, Rajas e Tamas. É positivo, neutro e negativo e assim por diante. Somos alguém sentado na beira do Rio da Vida que flui do sempre Agora, levando o que já não precisamos para o lago do Passado e trazendo da fonte do Futuro, o alimento para o Presente momento. Como em um ovo, quando a casca se rompe com a força que vem de dentro (Futuro), a vida acontece para seguir seu ciclo até a morte e posterior renascimento; por outro lado, se a força vem de fora (Passado), o ovo se quebra e a vida potencial morre precocemente, adormecendo temporariamente. Assim, do sutil para o grosseiro e do grosseiro para o sutil, como em uma espiral de duas vias, na Menopausa – a Transformação Real se dá em giros de espirais dentro de espirais. Mais um ciclo está … Ver mais…

Compartilhar no Facebook – Mente Natural

Escrito em: 13 de Abril de 2013 por Gisele de Menezes

Interessante usar o Facebook como uma ferramenta de auto-conhecimento. Afinal, além de todos os nossos afazeres diários, conseguimos dedicar bastante tempo ao portal virtual da “onda”. Como auto-conhecimento, podemos ver o que nos atrai, o que nos repulsa, e mais uma infinidade de informações gerando posicionamentos e opiniões. E tudo passa muito rápido! Este é o terreno da impermanência! Nada parece estar ativando mais a nossa velha mania de esquecer. Gostamos de algo e compartilhamos. Tenho observado que por mais que compartilhemos, trazendo aos nossos amigos as novidades, os eventos, as tendências e tudo o mais que queremos, quando caminhamos pelas ruas, a indiferença ainda nos endurece o coração. Temos que ficar indiferentes à miséria, à fome, à doença, à injustiça, à violência, à falta de consciência e à própria indiferença. Como podemos nos sentir bem se na maioria das vezes a ação está só no Facebook? Por vezes confirmamos presença em eventos que sequer estamos “a fim” de participar. Ora, ora… Quando compartilhamos ou confirmamos, estamos contando para todos os nossos milhares de amigos, como somos, que lugar frequentamos, com quem andamos, o que valorizamos, o que repudiamos, mas… Estamos Íntegros? Vivemos aquilo em que acreditamos? Podemos responder essa … Ver mais…

Bandeira da Paz – Ano Novo Maia – dia-fora-do-tempo

Escrito em: 11 de Fevereiro de 2012 por Gisele de Menezes

    Passado, Presente e Futuro, guardados pelo círculo da Eternidade. Religião, Arte e Ciência, protegidos pelo círculo da Cultura. Estar no Oriente e a cada dia interagir com a cultura local, me faz pensar sobre: Onde é o Oriente? Se o povo do Norte do Oriente como os mongois ou ladaks são tão iguais ao povo do Ocidente como os índios americanos ou os bolivianos, então onde aconteceu a separação? Nossa idéia de separação é mais desastrosa do que podemos imaginar. No Oriente, ao conviver com muçulmanos, hindus, budistas e ladaks, ao escutar seus cânticos e sentir Amor em todas as crenças, sempre lembrava da Bandeira da Paz. Ficava extasiada ao escutar o canto que saia das mesquitas muçulmanas em vários horários do dia e noite.  O som dos gonpas tibetanos é igualmente divino e se parece muito com o som dos xamãs da Sibéria. Enfim, todos cantam a “boa nova”, todos acreditam em dias melhores, todos sofrem com este final de ciclo tão escuro e cheio de medos. Poderíamos estar unidos! Poderia a Bandeira da Paz cumprir sua função de proteger todas as Artes, Religiões e Culturas! Mas uma bandeira pode apenas lembrar os homens. E por que os … Ver mais…

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